13.9.09

Os sonhos e a máscara na ficção de Clara

Compartilho aqui duas obras que contribuem para a construção de Clara Pálida. Esta justifica por que uso os sonhos como matéria-prima da ficção:

“...os sonhos são experiências que parecem muitas vezes mais reais que a vida imediata. O mesmo podemos dizer da ficção, ou desses modelos ficcionais que atingem o ápice de seu poder expressivo e simbólico – não só parecem mais reais que a vida, como dão a impressão de uma completude e integridade jamais alcançadas pela experiência imediata." [Ficção, Comunicação e Mídias, de Cristina Costa Castilho]

E esta me ajuda a moldar a máscara de Clara como metalinguagem da ficção:

“A máscara separa os participantes [da ficção] dos não participantes e reforça a natureza especial da realidade compartilhada.” [Hamlet no Holodeck, de Janet Murray]

Como assim? Na próxima história de Clara, essas idéias ficarão mais evidentes.

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